Vendas

Um bom vendedor não "vende", mas ajuda o cliente a comprar...

Vendedor

O vendedor de sucesso precisa gostar de vender e ser um bom investigador, para detectar necessidades e desejos por detrás de outras necessidades e desejos...

Vendas

Realmente uma venda começa quando o cliente diz NÃO..

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O único blog na web que fala sobre vendas pela ótica de uma vendedora

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Você é PróAtivo?

Os profissionais valorizados e procurados pelas empresas, principalmente as que atuam no comércio varejista, são aqueles que não esperam acontecer, que se antecipam, os que possuem atitude pró-ativa: que não dependem sempre do outro para ir em frente.

Se você deseja ser um profissional de destaque, obterá bastante sucesso em sua carreira caso haja de tal forma.

Atitude reativa, comodismo e preguiça não fazem parte do dicionário do profissional de sucesso.
Caso decida ser vendedor, seja excelente!

Pesquisando sobre o tema na internet, encontrei um texto ótimo e vou compartilhar por aqui, logo no finalsegue o link do blog onde encontrei:

"Utilizando um pouquinho da tecnologia que temos fácil acesso, peguei as definições do Wikicionário para a palavra “proativo”:

1 – Que toma atitudes para resolver problemas antes que eles aconteçam;
2 – Alguém ou alguma situação que antecede problemas, mudanças ou necessidades futuras, que seja capaz de antecipar e modificar uma ocorrência de forma hábil e competente.

Talvez, hoje em dia, este termo seja utilizado por muitas pessoas de forma errada, uma vez que é distorcido já há algum tempo.

O mundo corporativo busca, além das competências técnicas, basicamente um profissional que seja proativo. Tais profissionais, sendo assim, terão visibilidade. Mas o que acontece com aqueles que são os chamados proativos, mas nunca são reconhecidos?

O que acontece é que, durante o desenvolvimento corporativo, várias palavras foram utilizadas de forma indevida, perdendo o significado ou sendo distorcidas, e muitas das vezes as pessoas pensam que são o que na verdade não são.

Como visto pela definição do Wikicionário, pessoas proativas são aquelas que têm grande capacidade de prever situações que poderão gerar algum tipo de transtorno, e desta forma tais pessoas antecipam soluções para essas situações com grande precisão e eficácia. Ou seja, não tem muito a ver com a rotina diária de um trabalho. Proatividade é um comportamento que fará com que a pessoa possa demonstrar resultados de forma diferenciada dos demais que fazem parte da empresa. Um profissional proativo consegue solucionar antecipadamente situações que as pessoas normalmente, no dia a dia, teriam que enfrentar diretamente e só aí é que iriam pensar em uma solução. A pessoa proativa enxerga além do óbvio. Ser proativo não é apagar incêndios, mas sim prevenir-se contra eles.

Existem muitas pessoas, independentemente do nível ou cargo que ocupam dentro das empresas, que confundem o conceito de ser proativo com ser impulsivo. O proativo soluciona problemas. O impulsivo está sujeito a cometer muitos erros. Ambos partem de um mesmo comportamento, que é ter iniciativa. A grande diferença entre os dois é que na proatividade existe a reflexão acerca do problema e a análise sobre cada um dos pontos a serem trabalhados de forma criativa, enquanto na impulsividade analisam-se poucos ou nenhum fator, e a solução encontrada pode até resolver inicialmente, mas acaba gerando um novo problema.

O contrário do conceito de atitude proativa, como dito anteriormente, é a atitude reativa. São as pessoas que sempre precisam de um empurrão de seus pares e superiores. Pessoas assim dependerão sempre de outro para ir em frente.
Então, a partir disso, defina se você é proativo, impulsivo ou reativo."

Um bom caminho para entender sobre como ser proativo não achou?

Segue o lik: http://blog.talenti.com.br/o-que-e-ser-proativo/

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Já vendeu o seu peixe hoje?

O mundo inteiro é um imenso salão de vendas, onde tem sempre alguém vendendo alguma coisa.
Infelizmente muitos profissionais de venda estão alheios a tudo isso. Simplesmente acham que precisam vender um determinado produto, marca ou serviço, e esquecem de vender a si próprio, a vender o seu peixe!
Mas é preciso bastante cautela ao fazer o planejamento dessa venda. Não se vende o que não tem.

Estamos entrando num assunto chamado: Marketing Pessoal, e para quem pretende ingressar no comércio varejista, deve ter em mente que o profissional deve saber vender a si mesmo para que outras pessoas saibam quais são suas competências.

Veja as dicas de como melhorar o seu marketing pessoal e entenda como funciona a arte de vender.
E tenha sempre a certeza de que não é só você o único vendedor no mundo, há muitos espalhados por aí...Vendendo um produto, a si mesmo, ou apenas uma ideia.

E aí? Pronto para "se vender"?

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Como ser um BOM vendedor?

A profissionalização e qualificação do varejo é o negócio do Grupo Friedman. Da mesma forma que a escolha de um médico ou advogado se dá com base na empatia e não somente na formação profissional, o vendedor também precisa transmitir credibilidade e estar familiarizado com o produto que vende. E a conquista das habilidades técnicas, pessoais e profissionais de um vendedor também se dá com treinamento, leitura e investimentos na formação.
A equipe do Grupo Friedman listou 10 pontos fundamentais para quem quer ser um bom vendedor:

1) Satisfazer cada cliente como se ele fosse seu único cliente

É interessante comentar que cada cliente que entra numa loja é o resultado de um esforço de comunicação. Seja através de publicidade, propaganda, promoção, vitrine ou alguma outra ação que fez com que aquela pessoa escolhesse determinada loja. O vendedor deve ter isto em mente e lembrar que existe um custo para o cliente entrar na loja. E este custo deve ser pago através da venda.
Logo o importante é saber que o cliente é a razão do trabalho do vendedor e um bom atendimento resulta na venda e, consequentemente, remunera o investimento já realizado. Cada cliente é uma oportunidade de aumento da base de clientes.

2) Mantenha o bom humor

Todos gostam de receber um sorriso ao chegar numa loja. Coloque-se no lugar do cliente e veja como é importante ser atendido por um vendedor bem humorado e com alto astral.

3) Evite formar grupos de conversa dentro da loja

A prioridade é o cliente e este gosta de ser visto e de ter a sua presença recompensada com atenção do vendedor.
Deixe para conversar com seus colegas no intervalo ou depois do trabalho.

4) Cumprimente todo cliente que entrar na loja

É a maneira mais simples de estabelecer contato e de forma amistosa.

5) Não julgue o cliente pela aparência

A mente aberta e livre de vícios vai fazer muita diferença no atendimento. Procure se livrar de idéias já estabelecidas em relação ao produto que você vende e o consumidor ideal. Todos são clientes potenciais independente de sexo, idade ou modo de vestir.

6) Respeite o espaço pessoal do seu cliente

Algumas pessoas se sentem incomodadas somente em entrar numa loja. Por esta razão, deixe uma distância mínima de um metro entre você e seu cliente. Evite também dar o seu nome ou perguntar o nome do cliente no primeiro contato. Deixe para se apresentar num segundo momento.

7) Evite o uso de senhor ou senhora

Se você perguntar a um grupo de amigos quem gosta de ser chamado de senhor ou senhora, vai ver que são poucas pessoas que preferem este tratamento. O “você” usado com educação fica muito mais simpático e evita fazer uma pessoa jovem ou de meia idade se sentir mais velha.
8) Entenda o que o cliente quer
Em alguns casos o cliente desconhece o nome de determinado produto ou usa o termo incorreto. Não se deixe levar pelos conhecimentos que você tem sobre o produto e não use termos técnicos. Se o cliente quer o aparelho para a conexão de banda larga, venda um modem.

9) Use palavras para informar e não para impressionar

O cliente não conhece o produto e o vendedor começa a falar usando uma terminologia muito técnica. O resultado? O cliente não vai interromper para perguntar o que é cada coisa e provavelmente não vai comprar. Não entendeu todas as facilidades oferecidas.

10) Venda com entusiasmo qualquer produto

Quem vai usar o produto é o seu cliente e não você. Por mais que você tenha preferência por determinado produto, cor ou tamanho, deixe a escolha por conta do cliente.



fonte: http://publiques.com.br/sala-de-imprensa/grupo-friedman-da-dicas-para-jovens-que-comecam-a-trabalhar-em-lojas/

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A Olimpíada é um produto de consumo e deve ser tratada como tal


Eu aproveito a Olimpíada de Londres para apresentar algumas reflexões de ordem jurídica sobre o evento e, ligado a elas, a da possibilidade de se indenizar atletas, técnicos e demais membros de comissões técnicas que sofreram algum tipo de dano em função da competição.

Os jogos olímpicos são, sem dúvida alguma, a maior festa do esporte mundial. De longa tradição e impondo respeito, eles são realmente o melhor momento de confraternização entre os povos e também de bela competição dos atletas de cada país. Seria muito bom se, um dia, no futuro, se pudesse decidir disputas políticas pela via do esporte e não das armas…

No entanto, não é de agora — só que atualmente é evidente –, as Olimpíadas são um grande negócio e altamente lucrativo para muitos que nelas se envolvem. São literalmente bilhões de dólares envolvidos e bilhões de pessoas sintonizadas, além de milhares de profissionais das mais diversas áreas trabalhando direta e indiretamente no evento, afora os voluntários.

Que não nos enganemos. Uma Olimpíada é um produto, um grande e belo produto, trabalhado, explorado, vendido e anunciado como tal. É verdade que se trata de um produto especial talhado por milhares de pessoas ao redor do planeta, mas o Comitê Olímpico Internacional – COI vende esse produto do mesmo modo que as grandes corporações vendem os seus: com preços e lances, cotas de patrocínio, direitos de imagem, sessão de direitos patrimoniais e morais etc. Tudo num grande esquema bem desenvolvido pelos competentes profissionais de marketing e vendas. Aliás, com a competência dos grandes empreendedores (Pelo que se tem noticiado, os lucros com a Olimpíada ficam mesmo com os empreendedores, empresários, anunciantes etc em detrimento do país sede e, claro, de seus habitantes. Bob Fernandes em artigo publicado no seu blog do Terra Magazine no dia 6 de agosto p.p., mostrou que a presente Olimpíada e também as anteriores deram e dão prejuízos aos cofres públicos dos países sede antes, durante e depois do evento. Veja: http://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/bobfernandes-londres2012/blog/2012/08/06/mensagem-para-o-brasil-olimpiadas-sao-um-fracasso-economico/).

Ora, com tanto dinheiro e interesses em jogo, seríamos muito inocentes se acreditássemos numa total transparência dos atos e pureza daqueles que se envolvem nos acontecimentos de todos os jogos. Há, é verdade, algumas competições em que é bastante difícil fazer-se algum tipo de manipulação ou praticar-se fraude, mas em outras é possível. Não estou, evidentemente, dizendo que nesta Olimpíada de Londres houve; estou apenas chamando atenção para o modelo estabelecido: trata-se do mais moderno capitalismo. Logo, a chance de manipulação e fraude existe porque essa é uma característica bastante conhecida do modelo.

Reclamações existem: a equipe do Japão de ginástica artística, após o anúncio do resultado que a deixou de fora do pódio, recorreu de uma das notas no cavalo com alças. Teve sua reivindicação atendida e acabou ficando com a medalha de prata, eliminando os ucranianos. No judô, num combate entre um japonês e um sul-coreano que havia terminado empatado, a decisão foi para a bandeirada. Primeiramente, o trio de juízes deu a vitória ao sul-coreano. Mas, depois, a comissão de especialistas não concordou e fez com que o resultado fosse invertido. E foi exatamente no judô que a brasileira Rafaela Silva foi eliminada por uma decisão polêmica dos juízes, em função da aplicação por ela de um golpe proibido. Foram várias as reclamações contra arbitragens. Pergunto: Há algum tipo de manipulação? Não se sabe, mas sempre que houvesse alguma dúvida, dever-se-ia apurar.

Além do mais, como produto que é, está sujeito a vícios e defeitos. Mesmo não havendo manipulação intencional, há o erro, o simples e ancestralmente conhecido erro humano, que também pode causar dano.

Pense nisso: numa competição como a Olimpíada, milhares de atletas passam pelo menos vários anos de suas vidas dedicados exclusivamente a chegar lá. Esses atletas muitas vezes sacrificam-se, deixando de lado a família, os amigos e muitos deles não contam com apoio financeiro ou logístico de ninguém. Arriscam-se sozinhos, sabendo que as dificuldades para o sucesso serão enormes. Isso, se tudo for feito honestamente e dentro do previsto. Não se faz teste de antidoping para eliminar os atletas que violam os princípios dos jogos? Deve-se tomar a mesma atitude de apurar e punir aqueles que praticam outros atos ilícitos.

Além disso, é preciso garantir o direito do atleta que se sinta injustiçado de pedir revisão do resultado. E, uma vez apurada a incorreção, anular-se a disputa. Mas, penso mais que isso.

Uma Olimpíada não existe sem os atletas, treinadores e comissão técnica que são a base dos jogos e do monumental interesse comercial envolvido. Então, parece razoável que se deva indenizar os atletas que foram injustiçados e/ou prejudicados pela arbitragem ou pela organização. A indenização em dinheiro é uma boa maneira de ressarcir em parte o transtorno e a dor sofrida pelo atleta nessas condições.

Não se deve simplesmente aceitar que os organizadores de um evento desse porte, faturando o que faturam e que possam causar danos aos atletas e seus treinadores, comissão técnica etc saiam ilesos; não sejam responsabilizados. Uma das garantias mais importantes do capitalismo contemporâneo é exatamente a da indenização paga em dinheiro pelos danos causados – materiais e morais.

Lembro do evento bastante significativo ocorrido na Olimpíada de Pequim há quatro anos e que vitimou nossa atleta do salto com vara, Fabiana Murer (que, infelizmente, também neste ano não conseguiu atingir seu intento). Ela foi prejudicada pela incompetência da organização dos jogos, cuja desídia impediu que ela fizesse seu salto com o aparelho adequado. Um prejuízo irreparável, depois de tantos anos de preparação. Dano moral puro. A única forma de reparação teria sido o pagamento de uma indenização em dinheiro e em valor tal que fosse capaz de funcionar de forma exemplar e pedagógica para poder impedir que acontecesse novamente. O mesmo deveria se dar no caso de se apurar e descobrir manipulação de resultados. O atleta haveria de ser indenizado.

Por Rizzatto Nunes
Professor de Direito, Mestre e Doutor em Filosofia do Direito pela PUC-SP; é Livre-Docente em Direito do Consumidor pela PUC-SP e Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.
(blogdorizzattonunes)


Amo trabalhar nesta caixa de presentes!