Vendas

Um bom vendedor não "vende", mas ajuda o cliente a comprar...

Vendedor

O vendedor de sucesso precisa gostar de vender e ser um bom investigador, para detectar necessidades e desejos por detrás de outras necessidades e desejos...

Vendas

Realmente uma venda começa quando o cliente diz NÃO..

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O único blog na web que fala sobre vendas pela ótica de uma vendedora

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Como ser um BOM vendedor?

A profissionalização e qualificação do varejo é o negócio do Grupo Friedman. Da mesma forma que a escolha de um médico ou advogado se dá com base na empatia e não somente na formação profissional, o vendedor também precisa transmitir credibilidade e estar familiarizado com o produto que vende. E a conquista das habilidades técnicas, pessoais e profissionais de um vendedor também se dá com treinamento, leitura e investimentos na formação.
A equipe do Grupo Friedman listou 10 pontos fundamentais para quem quer ser um bom vendedor:

1) Satisfazer cada cliente como se ele fosse seu único cliente

É interessante comentar que cada cliente que entra numa loja é o resultado de um esforço de comunicação. Seja através de publicidade, propaganda, promoção, vitrine ou alguma outra ação que fez com que aquela pessoa escolhesse determinada loja. O vendedor deve ter isto em mente e lembrar que existe um custo para o cliente entrar na loja. E este custo deve ser pago através da venda.
Logo o importante é saber que o cliente é a razão do trabalho do vendedor e um bom atendimento resulta na venda e, consequentemente, remunera o investimento já realizado. Cada cliente é uma oportunidade de aumento da base de clientes.

2) Mantenha o bom humor

Todos gostam de receber um sorriso ao chegar numa loja. Coloque-se no lugar do cliente e veja como é importante ser atendido por um vendedor bem humorado e com alto astral.

3) Evite formar grupos de conversa dentro da loja

A prioridade é o cliente e este gosta de ser visto e de ter a sua presença recompensada com atenção do vendedor.
Deixe para conversar com seus colegas no intervalo ou depois do trabalho.

4) Cumprimente todo cliente que entrar na loja

É a maneira mais simples de estabelecer contato e de forma amistosa.

5) Não julgue o cliente pela aparência

A mente aberta e livre de vícios vai fazer muita diferença no atendimento. Procure se livrar de idéias já estabelecidas em relação ao produto que você vende e o consumidor ideal. Todos são clientes potenciais independente de sexo, idade ou modo de vestir.

6) Respeite o espaço pessoal do seu cliente

Algumas pessoas se sentem incomodadas somente em entrar numa loja. Por esta razão, deixe uma distância mínima de um metro entre você e seu cliente. Evite também dar o seu nome ou perguntar o nome do cliente no primeiro contato. Deixe para se apresentar num segundo momento.

7) Evite o uso de senhor ou senhora

Se você perguntar a um grupo de amigos quem gosta de ser chamado de senhor ou senhora, vai ver que são poucas pessoas que preferem este tratamento. O “você” usado com educação fica muito mais simpático e evita fazer uma pessoa jovem ou de meia idade se sentir mais velha.
8) Entenda o que o cliente quer
Em alguns casos o cliente desconhece o nome de determinado produto ou usa o termo incorreto. Não se deixe levar pelos conhecimentos que você tem sobre o produto e não use termos técnicos. Se o cliente quer o aparelho para a conexão de banda larga, venda um modem.

9) Use palavras para informar e não para impressionar

O cliente não conhece o produto e o vendedor começa a falar usando uma terminologia muito técnica. O resultado? O cliente não vai interromper para perguntar o que é cada coisa e provavelmente não vai comprar. Não entendeu todas as facilidades oferecidas.

10) Venda com entusiasmo qualquer produto

Quem vai usar o produto é o seu cliente e não você. Por mais que você tenha preferência por determinado produto, cor ou tamanho, deixe a escolha por conta do cliente.



fonte: http://publiques.com.br/sala-de-imprensa/grupo-friedman-da-dicas-para-jovens-que-comecam-a-trabalhar-em-lojas/

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A Olimpíada é um produto de consumo e deve ser tratada como tal


Eu aproveito a Olimpíada de Londres para apresentar algumas reflexões de ordem jurídica sobre o evento e, ligado a elas, a da possibilidade de se indenizar atletas, técnicos e demais membros de comissões técnicas que sofreram algum tipo de dano em função da competição.

Os jogos olímpicos são, sem dúvida alguma, a maior festa do esporte mundial. De longa tradição e impondo respeito, eles são realmente o melhor momento de confraternização entre os povos e também de bela competição dos atletas de cada país. Seria muito bom se, um dia, no futuro, se pudesse decidir disputas políticas pela via do esporte e não das armas…

No entanto, não é de agora — só que atualmente é evidente –, as Olimpíadas são um grande negócio e altamente lucrativo para muitos que nelas se envolvem. São literalmente bilhões de dólares envolvidos e bilhões de pessoas sintonizadas, além de milhares de profissionais das mais diversas áreas trabalhando direta e indiretamente no evento, afora os voluntários.

Que não nos enganemos. Uma Olimpíada é um produto, um grande e belo produto, trabalhado, explorado, vendido e anunciado como tal. É verdade que se trata de um produto especial talhado por milhares de pessoas ao redor do planeta, mas o Comitê Olímpico Internacional – COI vende esse produto do mesmo modo que as grandes corporações vendem os seus: com preços e lances, cotas de patrocínio, direitos de imagem, sessão de direitos patrimoniais e morais etc. Tudo num grande esquema bem desenvolvido pelos competentes profissionais de marketing e vendas. Aliás, com a competência dos grandes empreendedores (Pelo que se tem noticiado, os lucros com a Olimpíada ficam mesmo com os empreendedores, empresários, anunciantes etc em detrimento do país sede e, claro, de seus habitantes. Bob Fernandes em artigo publicado no seu blog do Terra Magazine no dia 6 de agosto p.p., mostrou que a presente Olimpíada e também as anteriores deram e dão prejuízos aos cofres públicos dos países sede antes, durante e depois do evento. Veja: http://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/bobfernandes-londres2012/blog/2012/08/06/mensagem-para-o-brasil-olimpiadas-sao-um-fracasso-economico/).

Ora, com tanto dinheiro e interesses em jogo, seríamos muito inocentes se acreditássemos numa total transparência dos atos e pureza daqueles que se envolvem nos acontecimentos de todos os jogos. Há, é verdade, algumas competições em que é bastante difícil fazer-se algum tipo de manipulação ou praticar-se fraude, mas em outras é possível. Não estou, evidentemente, dizendo que nesta Olimpíada de Londres houve; estou apenas chamando atenção para o modelo estabelecido: trata-se do mais moderno capitalismo. Logo, a chance de manipulação e fraude existe porque essa é uma característica bastante conhecida do modelo.

Reclamações existem: a equipe do Japão de ginástica artística, após o anúncio do resultado que a deixou de fora do pódio, recorreu de uma das notas no cavalo com alças. Teve sua reivindicação atendida e acabou ficando com a medalha de prata, eliminando os ucranianos. No judô, num combate entre um japonês e um sul-coreano que havia terminado empatado, a decisão foi para a bandeirada. Primeiramente, o trio de juízes deu a vitória ao sul-coreano. Mas, depois, a comissão de especialistas não concordou e fez com que o resultado fosse invertido. E foi exatamente no judô que a brasileira Rafaela Silva foi eliminada por uma decisão polêmica dos juízes, em função da aplicação por ela de um golpe proibido. Foram várias as reclamações contra arbitragens. Pergunto: Há algum tipo de manipulação? Não se sabe, mas sempre que houvesse alguma dúvida, dever-se-ia apurar.

Além do mais, como produto que é, está sujeito a vícios e defeitos. Mesmo não havendo manipulação intencional, há o erro, o simples e ancestralmente conhecido erro humano, que também pode causar dano.

Pense nisso: numa competição como a Olimpíada, milhares de atletas passam pelo menos vários anos de suas vidas dedicados exclusivamente a chegar lá. Esses atletas muitas vezes sacrificam-se, deixando de lado a família, os amigos e muitos deles não contam com apoio financeiro ou logístico de ninguém. Arriscam-se sozinhos, sabendo que as dificuldades para o sucesso serão enormes. Isso, se tudo for feito honestamente e dentro do previsto. Não se faz teste de antidoping para eliminar os atletas que violam os princípios dos jogos? Deve-se tomar a mesma atitude de apurar e punir aqueles que praticam outros atos ilícitos.

Além disso, é preciso garantir o direito do atleta que se sinta injustiçado de pedir revisão do resultado. E, uma vez apurada a incorreção, anular-se a disputa. Mas, penso mais que isso.

Uma Olimpíada não existe sem os atletas, treinadores e comissão técnica que são a base dos jogos e do monumental interesse comercial envolvido. Então, parece razoável que se deva indenizar os atletas que foram injustiçados e/ou prejudicados pela arbitragem ou pela organização. A indenização em dinheiro é uma boa maneira de ressarcir em parte o transtorno e a dor sofrida pelo atleta nessas condições.

Não se deve simplesmente aceitar que os organizadores de um evento desse porte, faturando o que faturam e que possam causar danos aos atletas e seus treinadores, comissão técnica etc saiam ilesos; não sejam responsabilizados. Uma das garantias mais importantes do capitalismo contemporâneo é exatamente a da indenização paga em dinheiro pelos danos causados – materiais e morais.

Lembro do evento bastante significativo ocorrido na Olimpíada de Pequim há quatro anos e que vitimou nossa atleta do salto com vara, Fabiana Murer (que, infelizmente, também neste ano não conseguiu atingir seu intento). Ela foi prejudicada pela incompetência da organização dos jogos, cuja desídia impediu que ela fizesse seu salto com o aparelho adequado. Um prejuízo irreparável, depois de tantos anos de preparação. Dano moral puro. A única forma de reparação teria sido o pagamento de uma indenização em dinheiro e em valor tal que fosse capaz de funcionar de forma exemplar e pedagógica para poder impedir que acontecesse novamente. O mesmo deveria se dar no caso de se apurar e descobrir manipulação de resultados. O atleta haveria de ser indenizado.

Por Rizzatto Nunes
Professor de Direito, Mestre e Doutor em Filosofia do Direito pela PUC-SP; é Livre-Docente em Direito do Consumidor pela PUC-SP e Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.
(blogdorizzattonunes)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Como construir uma Equipe de sucesso?



Estruturar uma equipe exige qualidade do líder, pois ele é o principal visionário e aquele que pode identificar o potencial das pessoas e colocar a pessoa certa no lugar certo. Portanto, é de grande valia que o líder construa uma equipe de sucesso observando, por exemplo, que:



  • os membros de uma equipe de sucesso precisam almejar metas, gostar de desafios e deixar clara a sua missão para que todos caminhem na mesma direção;
  • boa parte dos membros de uma equipe trabalham de maneira criativa e desenvolvem ideias e projetos que podem ser compartilhados com os demais;
  • a equipe concentra-se em resultados para todos os efeitos. É de comum acordo que os mesmos entendam que os resultados são mais importantes do que os desejos pessoais de cada um;
  • manter uma divisão normal de funções e responsabilização é uma das características importantes na montagem de uma equipe. Todos devem concordar com as definições do líder, pois entendem que ele é quem consegue visualizar os melhores resultados por meio dos membros da equipe;
  • há um senso de colaboração entre todos, mas principalmente em relação ao líder da equipe, o que gera melhores resultados a cada momento.
Muitas outras questões podem ser levantadas quando o assunto é desenvolver ou montar equipes de sucesso. Entre elas, ainda podemos citar a participação de todos os membros da equipe com ideias e melhorias sem que elas sejam desprezadas pelas equipes, pois uma caraterística da montagem das equipes baseia-se também no respeito mútuo e na camaradagem, o que torna o ambiente de trabalho menos hostil e mais amistoso e saudável. Sendo assim, a harmonia é um ponto fundamental para essa questão. O clima de confiança mútua gera oportunidades para todos a partir do momento em que há uma sincronia de metas e objetivos que somente é conquistada com o envolvimento de todos.

Embora, o gerente seja aquele que deve promover esta interação e unidade na equipe, eu  (o vendedor) contudo, de posse destas informações, posso ter uma atitude proativa; não preciso esperar esta resposta do gerente, posso contribuir fazendo a minha parte dentro da equipe.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

As 22 Consagradas Leis do Marketing

  1. A Lei da Liderança:
    É melhor ser o primeiro do que ser o melhor.
  2. A Lei da Categoria:
    Se não puder ser o primeiro em uma categoria, estabeleça uma nova categoria em que seja o primeiro.
  3. A Lei da Mente:
    É melhor ser o primeiro na mente do que ser o primeiro no mercado.
  4. A Lei da Percepção:
    O marketing não é uma batalha de produtos, é uma batalha de percepção.
  5. A Lei do Foco:
    Em marketing, o mais poderoso conceito é representar uma palavra na mente.
  6. A Lei da Exclusividade:
    Duas empresas não podem representar a mesma palavra na mente.
  7. A Lei da Escada:
    A estratégia a adotar depende do degrau ocupado na escada.
  8. A Lei da Dualidade:
    Com o passar do tempo, todo mercado transforma-se em uma corrida com dois concorrentes.
  9. A Lei do Oposto:
    A estratégia de quem está almejando o segundo lugar é determinada pelo líder.
  10. A Lei da Divisão:
    Com o tempo, a categoria se divide e se transforma em duas ou mais categorias.
  11. A Lei da Perspectiva:
    O esfeitos do marketing ocorrem por um período prolongado.
  12. A Lei da Extensão de Linha:
    Há uma pressão irresistível para estender o patrimônio líquido de marca.
  13. A Lei do Sacrifício:
    Afim de conseguir alguma coisa é preciso desistir de alguma coisa.
  14. A Lei de Atributos:
    Para cada atributo, há um atributo oposto, igualmente eficaz.
  15. A Lei da Sinceridade:
    Quando admitimos um negativo, o cliente em perspectiva nos dá um positivo.
  16. A Lei da Singularidade:
    Em cada situação, apenas um único movimento produz resultados substanciais.
  17. A Lei da Imprevisibilidade:
    Sem prever os planos do concorrente, é impossível prever o futuro.
  18. A Lei do Sucesso:
    Com frequência, o sucesso leva à arrogância e a arrogância ao fracasso.
  19. A Lei do Fracasso:
    O fracasso deve ser esperado e aceito.
  20. A Lei do Alarde:
    Com frequência, a situação é o oposto da maneira como aparece na imprensa.
  21. A Lei da Aceleração:
    Os programas bem sucedidos não se baseiam em "coqueluches". Baseiam-se em tendências.
  22. A Lei de Recursos:
    A ideia que não tiver fundos suficientes não decolará.
As 22 Consagradas Leis do Marketing* - um livro inovador que adquiriu o status de Bíblia do marketing, introduz as regras definitivas e consagradas que governam p mundo do marketing) Por Jack Trout e Al Ries


Amo trabalhar nesta caixa de presentes!